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Erramos. A Politicagem nos enganou!
Artigo publicado em: 07/08/2016
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Confesso que fiquei envergonhado com a gafe idiota que o CGTV cometeu neste final de semana, quando nossa comunicação foi, maldosamente, enganada por um internauta que, pelo desenrolar da história, manifesta-se favorável a algum grupo político da cidade.

A notícia foi publicada a partir de uma foto que recebemos de uma pessoa que se dizia leitor do CGTV e pela idade e credibilidade na cidade, dispensava até consulta a outras fontes e o conteúdo podia assim ser considerado verdadeiro; mesmo assim tentamos consultar outras fontes para confirmar o conteúdo, sem sucesso.

O conteúdo era uma foto do comerciante Carlos Passos que vai somar no projeto do PMDB de campanha para prefeito neste ano. Carlos aparecia ao lado de um dos nomes mais “carimbados” do partido opositor e a fotografia mostrava mãos erguidas, numa simulação de apoio ao grupo do PSDB.

Sem resposta de outras fontes e acreditando no internauta, até então leitor do CGTV, publicamos a notícia, mas horas depois, outro leitor, visualizando a maldade publicada por nós, mas praticada por outra pessoa, nos abriu o olho nos mostrando a verdade.

Imediatamente, publicamos outra notícia e tentamos traduzir o episódio que até o momento pode ter sido uma ação politiqueira para prejudicar o projeto do PMDB ou até mesmo o próprio Carlos.

O CGTV, falhou. Falhou por, diante de um ato covarde de um partidarista, não ter contatado mais fontes para verificar a veracidade de um conteúdo. E esta falha gerou em nós, o único veículo de comunicação cujos seus empresários nunca tiveram filiação política a nenhum partido sempre preza por fazer notícias limpas de politicagem; mesmo quando o tom polêmico leva a crer numa situação assim.

Falhamos, erramos. Fomos vítimas da Politicagem maldita. Neste ato, quero, em nome do CGTV que hoje não se resume em apenas informar sobre os acontecimentos, mas principalmente, em formar opinião, pedir desculpas a você, caríssimo leitor e nos comprometemos, agora num ato de humildade, em não deixar de consultar um número máximo de fontes para publicação de algum conteúdo.

Erramos, a Politicagem nos enganou!

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